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iProcess capacita Procempa em
gestão de processos23 de Maio de 2008
Consultoria uniu teoria e
prática para capacitar a Procempa a atuar com uma visão
integrada de processos.
Diferente do que se observa em grande parte
das empresas de TI, nem só de desenvolvimento de software vive
a iProcess. No ambiente da companhia, a teoria muitas vezes
ganha peso igual ou superior ao da prática. E não poderia ser
de outro modo em uma empresa cujo DNA – criado por egressos do
mestrado em Ciência da Computação da Universidade Federal do
Rio Grande do Sul – contém uma característica muito peculiar:
todo projeto com a sua marca emprega a teoria para viabilizar
a prática.
Foi essa vocação fundamentalmente científica,
somada ao histórico de projetos bem-sucedidos na área de BPM e
à capacitação de seus consultores, que credenciou a iProcess a
vencer a licitação para prestar consultoria em um projeto da
Companhia de Processamento de Dados do Município de Porto
Alegre (Procempa), com recursos do Fundo de Financiamento de
Estudos de Projetos e Programas (Finep).
A necessidade da Procempa era o
desenvolvimento de uma metodologia capaz de integrar técnicas
e métodos conceituais para automatizar processos, utilizando o
gerenciamento eletrônico de documentos e sistemas de
informação. “A Procempa precisava que nós a ajudássemos na
estruturação inicial para o desenvolvimento de projetos na
área de BPM e workflow, enriquecendo a sua metodologia de
desenvolvimento de sistemas com conceitos de gestão de
processos. Mais que realizar um serviço de consultoria,
trabalhamos para transferir nosso conhecimento para seus
colaboradores”, esclarece Vinícius Amaral, diretor da
iProcess.
Como aplicação prática da metodologia
desenvolvida, a iProcess debruçou-se sobre o processo de
Licenciamento de Atividades – a conhecida concessão de alvarás
– que já havia passado por uma reengenharia, mas ainda não
contava com estudos específicos para sua automação. “Esse é um
processo bastante crítico, pois corresponde a uma das
principais etapas de abertura de empresas. Quando se trata de
uma atividade mais simples, a liberação de um alvará pode ser
executada em 24 horas. Mas se for um empreendimento complexo,
que envolve a autorização de diversos agentes públicos, como
vigilância sanitária e meio ambiente, pode levar meses”,
afirma Carlos Gomide, supervisor de Tecnologia e Serviços da
Divisão de Sistemas Urbanísticos.
O novo sistema permanece em fase de pesquisa,
mas já permitiu vislumbrar os ganhos que a automação pode
trazer ao processo. “Nossos técnicos perceberam que o método
de engenharia para análise e implementação de workflow será
muito produtivo. Além disso, temos hoje um termo de referência
pronto para a aquisição de todos os elementos de
infra-estrutura tecnológica necessários para implementarmos o
projeto”, revela Gomide. “A iProcess e seus profissionais
mostraram-se altamente competentes, conhecedores do tema e
companheiros na empreitada. Esperamos que no futuro possamos
continuar parceiros”, completa.
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