iProcess
ganha premiação inédita na América do Sul
Desenvolvimento de software destaca companhia gaúcha de pequeno porte
O software gaúcho subiu ao pódio das melhores soluções
mundiais desenvolvidas com a tecnologia workflow - que permite a automação
de processos internos de uma organização.
Criada
há três anos, a iProcess obteve a primeira colocação
no prêmio Waria Workflow Award, a mais conceituada premiação
do mundo no segmento. A conquista é inédita na América
do Sul.
O
prêmio, denominado Gold Award for the 2003 Global Excellence Awards, destacou
a iProcess por "inovação e excelência" na solução
apresentada, que foi desenvolvida para a Sonae Distribuição Brasil
(SDB), do grupo português Sonae. A produção dos gaúchos
concorreu com 17 finalistas da Europa, dos Estados Unidos, da África,
do Oriente Médio e da América do Sul. A medalha de ouro foi entregue
no dia 8 de abril no Javits Convention Center, em Nova Iork (EUA).
A
iProcess trabalha na gestão e integração de processos de
negócios e na gestão do conteúdo do ambiente corporativo,
por meio de soluções para a plataforma Oracle (a gigante mundial
no software corporativo) nas tecnologias workflow e no Gerenciamento Eletrônico
de Documentos (GED). A implantação da tecnologia de workflow na
Sonae partiu do objetivo de conciliar a autonomia das lojas com o controle central
da rede, que soma 166 pontos e 25 mil funcionários. Com a meta de controlar
custos, a solução premiada nos EUA trouxe mais de 30 mil horas
de economia em jornada de trabalho, entre outros benefícios.
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A escolha da iProcess para automação de processos tão distintos
quanto o controle orçamentário, atendimento a clientes e alteração
de preços de mercadorias foi decisiva para o excelente retorno do nosso
investimento - afirma o Diretor de Informática da Sonae Distribuição
Brasil, Álvaro Farana.
Formada
por ex-alunos do Instituto de Informática da Universidade Federal do
Rio Grande do Sul (UFRGS), a iProcess teve suas origens em um projeto de pesquisa
com workflow, em 1998. Para o diretor da empresa, Eduardo Britto, o estímulo
à pesquisa na universidade e a parceria com a Oracle tornaram possível
desenvolver o novo sistema e o prêmio internacional.